Em se
tratando do SESC abro exceção e vou narrar a minha vivência, ontem e no dias de hoje. Nasci em Itu e mudei para São Paulo, durante a Segunda Guerra Mundial, aos 4 anos com toda a família, mãe, pai e oito irmãos. Minha idade é de 77 anos e alguns meses.
Passei toda minha infância e adolescência no inesquecível Parque São Jorge. Você pode não acreditar, mas comecei a "nadar" no então vistoso Rio Tiete na década de 50. Os acontecimentos que marcaram foram as viagens proporcionadas pelo Sesc Turismo, todas juntamente com o meu filho, a mais longa foi para o Pantanal.
Frustrações: separação da união, ficando o filho de 4 anos, o qual nunca separei.
Sonhos: Na minha idade não posso ter sonhos mirabolantes, eles ficaram longe, alguns realizados e outros fracassados, mas esse é relevante. Quero mesmo continuar nadando, fazendo as 20 chegadas sem parar nos Sesc, tanto aqui de São Jose e os de S.Paulo que conheço praticamente todos.
Conquistas: quando meu filho Marcel completou 5
anos, passei a levá-lo no então Sesc Vila Nova, hoje Sesc Consolação, onde começou a brincar e aprender a nadar juntamente com meus amigos salva-vidas: Nilo, Odilon, Wilson e Bira, todos aposentados. Nossa também amiga o chamava de minininho, e todas as vezes que encontrava com ela, dizia "esse é o minininho?, ele já estava crescendo!" e, para minha satisfação, nadando até hoje e praticando mergulho no mar, no próximo mês ele completará 30 anos.
O Sesc
passou a fazer parte da minha vida no final da década de 70 com as peças teatrais, principalmente no teatro Anchieta, do teatro para a piscina foi um pulinho. A vontade de nadar era muita e encontrei o salva-vidas Davi, meu amigo e professor de educação física, e desde
então nunca parei, só paro quando completo os 1.000 metros.
então nunca parei, só paro quando completo os 1.000 metros.
Resido em São José há
dois anos, e a primeira coisa que fiz ao
chegar aqui foi conhecer o Sesc São José e a Biblioteca Municipal.
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