quarta-feira, 9 de outubro de 2013

História de Assad Izar Netto



Em se tratando do SESC abro exceção e vou narrar a minha vivência, ontem e no dias de hoje. Nasci em Itu e mudei para São Paulo, durante a Segunda Guerra Mundial, aos 4 anos com toda a família, mãe, pai e oito irmãos. Minha idade é de 77 anos e alguns meses.

Passei toda minha infância e adolescência no inesquecível Parque São Jorge. Você pode não acreditar, mas comecei a "nadar" no então vistoso Rio Tiete na década de 50. Os acontecimentos que marcaram foram as viagens proporcionadas pelo Sesc Turismo, todas juntamente com o meu filho, a mais longa foi para o Pantanal.

Frustrações: separação da união, ficando o filho de 4 anos, o qual nunca separei.

Sonhos: Na minha idade não posso ter sonhos mirabolantes, eles ficaram longe, alguns realizados e outros fracassados, mas esse é relevante. Quero mesmo continuar nadando, fazendo as 20 chegadas sem parar nos Sesc, tanto aqui de São Jose e os de S.Paulo que conheço praticamente todos.

Conquistas: quando meu filho Marcel completou 5 anos, passei a levá-lo no então Sesc Vila Nova, hoje Sesc Consolação, onde começou a brincar e aprender a nadar juntamente com meus amigos salva-vidas: Nilo, Odilon, Wilson e Bira, todos aposentados.  Nossa também amiga o chamava de minininho, e todas as vezes que encontrava com ela, dizia "esse é o minininho?, ele já estava crescendo!" e, para minha satisfação, nadando até hoje e praticando mergulho no mar, no próximo mês ele completará 30 anos.

O Sesc passou a fazer parte da minha vida no final da década de 70 com as peças teatrais, principalmente no teatro Anchieta, do teatro para a piscina foi um pulinho. A vontade de nadar era muita e encontrei o salva-vidas Davi, meu amigo e professor de educação física, e desde
então nunca parei, só paro quando completo os 1.000 metros. 

Resido em São José há dois anos, e a primeira coisa que fiz ao chegar aqui foi conhecer o Sesc São José e a Biblioteca Municipal.

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